Hoje, primeira sexta-feira treze de 2017, ficou marcada a
primeira “derrota” para a gestão Dr. Sérgio. Após um acordo judicial assinado
entre sindicato e gestão municipal (ex e atual), em que foi acordado o
pagamento dos vencimentos do funcionalismo público até o dia dez deste mês, o prefeito expôs publicamente as
contas da prefeitura e sinalizou a ausência de recursos para quitar os saldos
devedores da gestão anterior.
Em um segundo momento, no espaço da Assembleia organizada pelo
sindicato (SINDSMUT), o gestor apresentou proposta de pagamento integral para
todas as classes, exceto para o magistério, que receberia 30 % com o
parcelamento em 9x do montante restante. Entretanto, a proposta foi votada e
rejeitada por ampla maioria dos filiados presentes.
Posteriormente, depois de uma saída de 50 minutos do gestor e
sua equipe técnica e política, uma contraproposta foi lançada ao retorno
das atividades, a qual consistiu no pagamento integral de todas categorias,
exceto magistério, com pagamento de 60% e o parcelamento do restante para
6x. A proposta foi posta em votação e também rejeitada, dessa vez por uma
maioria menos expressiva.
Contudo, o que entristece é perceber uma classe trabalhadora tão
desunida no município e, para piorar a situação, membros do sindicato e
filiados fazendo campanha visando apenas os próprios interesses, achando que o
problema ficará apenas nesse salário de dezembro, quando o problema é muito
maior.
A classe deve se unir em busca de soluções a longo prazo ou o
resultado será o orçamento entrar em colapso. A previsão é que após agosto não
tenha receita para pagar salário de nenhuma classe (situação que se arrasta a
longos anos) e assim caberá ao gestor decidir se tomará para si a incumbência
de resolver a situação ou se levará para a participação popular.
MPMT
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